O instinto termo é geralmente usado para explicar vários fenômenos comportamentais, tais como atitudes impulsivas, reflexos e uma série de comportamentos que estão relacionados com o modo automático e espontâneo. No entanto, do ponto de vista psicológico, este conceito foi definido pelo cientista russo Ivan Pavlov como um reflexo incondicionado, que é hereditária e inata. Estas características permitem que o instinto de diferentes espécies de animais apresentam comportamentos complexos e adaptados ao seu ambiente sem ter que ser aprendido antes. Entre as atitudes instintivas podem-se citar a conservação do indivíduo e da espécie, tais como alimentação, acasalamento e defesa territorial. Diferentes escolas psicológicas, mantêm posições opostas quanto à existência de instinto em humanos. Por exemplo, a corrente psicólogos comportamentais reconhecer certos comportamentos instintivos geneticamente estabelecido. Por sua vez, Sigmund Freud defendia a existência de comportamento das forças instintivas básicas, tais como o instinto de vida e morte.
A presença de comportamentos instintivos é fundamental porque facilita a adaptação de diferentes espécies animais ao meio ambiente.
Ao longo da história, muitos cientistas estabelecidos teorias sobre o comportamento instintivo. Entre eles está a teoria de William McDougall, que definiu o instinto como uma disposição inata psíquica e veio para definir diferentes instintos básicos, como o repugnante, o paternal, o fugaz, o hábito gregário e assim por diante.