No século IV aC, os gregos estabelecido que a matéria era constituída de átomos. Os primeiros trabalhos de laboratório foram realizados no final do século XVIII pelo físico britânico John Dalton, cujas experiências levaram-no a definir os átomos como partículas indivisíveis que mantêm suas propriedades químicas. Ao final do século XIX, entre outros avanços, a descoberta do elétron permitiram definir sua estrutura. O átomo é composto de prótons, positivamente carregados eletricamente com carga neutra e nêutrons. Uma bainha que envolve o núcleo de elétrons, carga negativa, que é igual ao número de prótons no núcleo. O primeiro modelo atômico foi desvendada pelo físico britânico William Thomson, que explicou a estabilidade da matéria e seu comportamento químico.
A palavra grega "átomo" significa "não divisível". Mas ao longo da história, verificou-se que consiste de partículas subatômicas chamadas elétrons, prótons e nêutrons.
O átomo de hidrogênio é o elemento mais leve que existe, ele tem apenas um próton e um elétron, e foi amplamente utilizado em experiências científicas.
Os átomos dos corpos simples se unem para formar moléculas nos corpos compostos.