Naturalismo, movimento literário associado com realismo, floresceu nas últimas três décadas do século XIX. Naturalist escritores não eram limitados, como os realistas, para retratar a realidade, tanto quanto possível, mas adotaram uma visão cientificista para abordar este assunto. Émile Zola, o autor principal do naturalista, recorreu ao método experimental proposto pelo cientista Claude Bernard e as leis da herança para a composição de algumas das suas obras. Na descrição do ambiente social no qual a trama se desenvolve romances naturalistas, os escritores foram influenciados por Auguste Comte, que aplicou o método positivo das ciências naturais para estudar ciências sociais. Os autores inscritos para esta tendência estética, na maioria dos casos, adotou uma postura crítica em relação à sociedade e suas instituições.
Os Rougon-Mac e quart-Thérèse Raquin, de Zola, Renata e Germinie Mauperin Lacerteux, o Goncourt, além de Marta, a história de uma menina, Huymans.
Entre os escritores naturalistas mais importantes podem ser citados, e Emile Zola, os irmãos Edmond e Jules de Goncourt, de Joris-Karl Huysmans, Octave Mirbeau, Pérez Benito Galdós, Pardo Emilia Bazán, Francesco DeSanctis, Gerhard Hauptmann, Eugenio Cambaceres, Carlos Reyles, Eduardo Acevedo Díaz e José Maria Eça de Queiroz.