No início do século XVII veio, em Itália, a ópera, um dos gêneros mais atraentes de artes cênicas. A primeira grande ópera, chamado Orfeu, para o ano de 1607 e pertence ao compositor veneziano Claudio Monteverdi. As diretrizes estilísticas desse tipo foram logo levados a outros países da Europa. Na ópera, os personagens se relacionam através da música, o que representa um argumento tom dramático. No início do século XVII, compositores introduziram um novo elemento: a ária, uma composição musical escrita para uma só voz, que acentuou o estilo lírico e favoreceu a demonstração da cantora. Entre os compositores que cultivaram este género se destacaram, além de Monteverdi, o italiano Giuseppe Verdi (La Traviata), Gioacchino Rossini (O Barbeiro de Sevilha), Giacomo Puccini (La Bohème) e Gaetano Donizetti (Mary Stuart) sobre Wolfgang Amadeus Mozart ( Fidelio), Richard Wagner (O Anel dos Nibelungos) e Georg Friedrich Haendel (Agrippina), o francês Georges Bizet (Carmen) e Benjamin Britten inglês (O Sonho de uma Noite de Verão).
Seria Opera abrangidos temas especialmente mitológicas, e clássicos da história medieval. Os papéis mais importantes foram disputadas por homens e contratos pelas sopranos.
A ópera bufa, que é uma representação de um tom dramático e melodias populares, geralmente com cenas de humor e sátira. La Serva Padrona, de Giovanni Battista Pergolesi, é considerado o modelo típico desse tipo de ópera.